Pesquisando mais sobre a questão de
políticas públicas para jovens e adolescentes no Brasil, encontrei uma pesquisa
realizada pelo UNICEF, Instituto Ayrton Senna e Itaú Social que entrevistou
cerca de 3.100 alunos em oito capitais: Belém, Manaus, Fortaleza, São Paulo,
Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília e Porto Alegre – e duas cidades do interior
que foram Ribeirão Preto – SP e Bagé – RS.
A união dos institutos acima citados
foram às ruas e escolas saber dos jovens e adolescentes como anda o nosso Brasil
na visão deles. O resultado não foi agradável, pelo que percebi nos resultados,
a Juventude soltou o verbo. Na figura que está anexada a esta matéria, podemos
ver que Segurança Pública, Políticos/Política, Corrupção dos Políticos,
Corrupção, Desemprego é o que mais os jovens opinaram. Os jovens afirmam na
matéria que diante de tantos projetos criados pelo Governo Federal que visam os
beneficiar, não saíram dos papéis e que as Instituições e ONGs no Brasil, são
as que têm investimento na formação educacional, cultural e profissional deles.
Em outra pesquisa que encontrei 990 jovens
e adolescentes foram entrevistados e 40% deles afirmam que aceitariam se
candidatar a cargos na política. 92% frisam que política é discutir assuntos
que mexem com a vida de cada cidadão. 52% dos jovens dizem não ser filiado a
nenhum partido político, para eles, a descrença é o principal sentimento em
relação aos partidos e políticos. Afirmam ainda que muitos partidos acham que
eles só servem para segurar bandeiras e colar adesivos.
E para concluir em todas entrevistas que
já li, o que mais a Juventude cobra do Governo é a EDUCAÇÃO. Com certeza este
tema é que vai nos agradar!
Melhorar a qualidade de ensino deve ser
prioridade no país. Isso acontecendo, com certeza deixaremos para a próxima
geração um legado mais otimista do que nós recebemos.
Por: Júnior Florêncio
